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CONGRESSO ELEITORAL DA FETAR ELEGE DIRETORIA

 

Ampliar o trabalho de organização dos assalariados e assalariadas rurais no Rio Grande do Sul, através das Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho, além do combate incessante à informalidade e demais formas de precarização do trabalho. Essas são algumas das metas e prioridades da nova diretoria da FETAR, que foi eleita hoje (10), em Porto Alegre, no 2º Congresso Eleitoral, que escolheu as lideranças para os próximos quatro anos (2019-2023).

Com chapa única e de consenso, ela é encabeçada por Nelson Wild, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bagé. A Comissão Eleitoral foi formada por Eldy Vieira da Luz (STR de Santana do Livramento), Franciele Leite Matos (STR de Arroio Grande) e Sandra Rejane Ribas Jacques (STR de Uruguaiana).

A diretoria é integrada por 16 pessoas, todas dirigentes de oito Sindicatos dos Trabalhadores Rurais filiados à FETAR, e ficou assim constituída:

Diretoria Efetiva:

Presidente: Nelson Wild (Bagé)

Vice-Presidente: Olibio Estevão Nunes de Freitas (Uruguaiana)

1º Secretário: Gabriel Bezerra Santos (Arroio Grande)

2º Secretário: Sérgio Poletto (Vacaria)

Tesoureiro: Denílson de Aguiar Rodrigues (Santa Vitória do Palmar)

Suplentes da Diretoria:

1- Vanderly Silverio de Jesus Bolzan de Almeida (São Borja)

2- Roberto Castro da Rosa (Uruguaiana)

3- Lindomar de Lima Melo (Vacaria)

4- Fernanda Almeida (Arroio Grande)

5- Antonio Cleber Santiago de Deus (São Borja)

Conselho Fiscal – Efetivos:

1- Maria Felícia da Luz Castro (Santana do Livramento)

2- João Cesar Brandt Larrosa (Arroio Grande)

3- Milton Domingues Brasil (Bagé)

Conselho Fiscal – Suplentes:

1- Alvarino de Moura Gomes (Santa Vitória do Palmar)

2- Carlos Nei Cardoso (Bagé)

3- José André Jorge Rodrigues (Santana do Livramento)

Também estão entre as metas os seguintes tópicos:

  • Defesa da segurança e saúde do trabalhador nos ambientes e locais de atividades;
  • Manter e exigir a aplicação das Normas Regulamentadoras (NR’s) 31 e 33 – trabalho rural;
  • Intensificar a fiscalização rural e a volta do Ministério do Trabalho;
  • Lutar pela valorização do salário mínimo nacional, bem como a manutenção e ampliação do piso regional; e
  • Manter os artigos 7º e 8º da Constituição Federal e o respectivo fortalecimento da unicidade sindical.

Assessoria de Imprensa – 10\10\2019 – Luiz Boaz (51 99640-1959)